Há 20 anos que a CNOTINFOR se dedica a inventar o futuro da escola e a conceber e desenvolver soluções interactivas para o ensino, a aprendizagem e a formação.
Ao comemorar este acontecimento vai estar presente na Qualific@2008 – Feira de Educação, Formação, Juventude e Emprego, que se vai realizar de 14 a 17 de Fevereiro de 2008. A Cnotinfor vai dar a conhecer as suas soluções de software e hardware, bem como o seu Projecto escola e-fixe, uma solução integrada que alia equipamentos interactivos, software, formação, acompanhamento e avaliação, em prol de uma Aprendizagem Enriquecida pela Tecnologia para Todos.
No stand de 9 x 6 metros a CNOTINFOR vai criar uma sala de aula alternativa que coloca à disposição das escolas para experimentarem novas dinâmicas de ensinar e aprender.
Estamos, portanto, a lançar o desafio às escolas/professores/educadores disponíveis e interessados em dinamizar uma aula de 45 minutos diferente, durante a feira, no espaço CNOTINFOR.
Em Setembro de 2007 foi publicada no site do FutureLab, uma revisão da literatura da autoria de Neil Selwyn, Universidade de Cardiff, Reino Unido, acerca da relação entre Cidadania, Tecnologia e Aprendizagem. O artigo é uma reedição de um outro semelhante, publicado em 2002. Segundo o autor, existem ainda poucos estudos empíricos sobre esta questão. Apresentamos um breve resumo do referido texto, o qual se propôs fazer uma espécie de mapa dos papéis que a tecnologia pode desempenhar na educação para a cidadania, temática que está bastante presente “na ordem do dia”.
A propósito de uma apresentação feita por Mário Freitas da ANACOM (Autoridade Nacional de Comunicações), aquando do XII Fórum AICEP – Macau, ocorrido em 2004, citamos neste artigo alguns pontos que consideramos pertinentes acerca da forma como vivem e pensam as novas gerações, chamadas de gerações digitais, e que podem ajudar a entender a urgência na mudança da Educação enquanto facilitadora do acesso às novas tecnologias ao serviço da Aprendizagem. “A tecnologia só é tecnologia para as pessoas que nasceram antes dela ser inventada. Ela é completamente transparente para os jovens de hoje. É como o ar que respiram”.
Este artigo faz um breve resumo da apresentação do Prof. Roger Säljö, do Departamento de Educação da Universidade de Göteborg na Suécia, a propósito do Simposium Kaleidoscope ocorrido no final do ano passado. Segundo o autor, quando tentamos perceber a aprendizagem e o desenvolvimento humano, podemos virarmo-nos em várias direcções. Para o cérebro humano, para as capacidades intelectuais, para as capacidades linguísticas entre muitos outros factores. Nesta apresentação, o foco será a interacção entre o raciocínio humano e os artefactos exteriores, isto é, as tecnologias.
Segundo Jacqueline e Martin Brooks, autores do livro, In Search of Understanding: The Case for Constructivist Classrooms, (à procura da compreensão: o caso das salas de aula construtivas), existem 5 princípios que ajudam a verificar se uma sala de aula é ou não construtiva. Neste artigo, apresentamos um breve apontamento sobre cada um deles. Será que a sua sala de aula é construtiva?
Perguntar aos alunos o que pensam sobre a escola é uma das formas mais efectivas de melhorar a aprendizagem. Quem o diz são os investigadores de uma das maiores pesquisas realizadas em educação no Reino Unido, sob o nome de Teaching and Learning Research Programme. Jean Rudduck da Universidade de Cambridge, coordenador do projecto, afirma mesmo que “os alunos têm muito a dizer sobre ensino e aprendizagem. Eles aproveitam as oportunidades ao máximo para retirar ideias. Ter a possibilidade de falar acerca de ensinar e aprender – e ser levado a sério – ajuda os alunos a desenvolver um sentido forte de auto-valor.
O trabalho de grupo é um instrumento pedagógico poderoso para uma aprendizagem activa e participada, mas por vezes é subestimado e nem sempre tem sido utilizado da forma mais correcta. O SPRinG (Social Pedagogic Research into Group work, isto é, um grupo de Investigação Pedagógica e Social sobre Trabalho em Grupo no Reino Unido) tem dedicado a sua actividade ao estudo e análise das funções e vantagens do trabalho em grupo. Neste artigo publicamos uma lista de 6 recomendações que este grupo sugere como “guia” para o sucesso do trabalhar em grupo.
Esta é uma questão já tão conhecida como polémica no mundo da Educação. Durante muito tempo, acreditou-se que uma boa aprendizagem passava por uma excelente memória. Mais tarde, as correntes mais construtivistas focalizaram a importância do sujeito se envolver e interagir, construindo ele próprio a sua aprendizagem, precisando, para isso, de compreender aquilo que aprende. Existem também correntes que defendem uma solução “mista” em que a memorização se aplica mais a umas situações e a compreensão a outras, e que das duas poderá nascer “a luz” da aprendizagem. Não obstante, publicamos hoje uma lista de alguns tópicos vulgarmente mais atribuídos a uma e a outra forma de aprender, que, mais não seja, nos pode ajudar a reflectir sobre estas questões.