Longe vão os tempos em que as nossas escolas não tinham computadores, e, se existiam, não eram utilizados na sala de aula, nas dinâmicas lectivas. Aos poucos, as novas tecnologias começaram a fazer parte da “mobília” da escola, a existem já diversos estabelecimentos de ensino que utilizam os computadores com regularidade, bem como quadros interactivos. No entanto, esta é uma realidade ainda distante de algumas escolas do nosso país. Apesar de inúmeros projectos que têm sido levados a cabo, apesar de algumas medidas para equipar a salas de aula com hardware, muitos professores fazem a si próprios a pergunta: “Para quê e porquê adquirir software educativo?” Aqui fica um resumo dos principais itens aos quais deve procurar dar resposta antes de tomar a sua decisão.
Nos nossos dias, tudo acontece e tudo se quer muito rapidamente: comer, falar, trabalhar, aceder à Internet, um sem número de actividades diárias que realizamos e queremos ver realizadas rapidamente. Por outro lado, o excesso e o acesso imediato à informação, a velocidade das cenas dos filmes, o “bombardear” de imagens e conteúdos na televisão reforçam ainda mais a rapidez e a extrema fluência que quase tudo tem na nossa vida.
O Programa de Generalização do Ensino de Inglês está a chegar em força à maioria das escolas portuguesas. Nalguns casos de forma mais simples, noutros com maior dificuldade de gestão de todos os elementos envolvidos: alunos, professores, encarregados de educação, ATL’s. Colocam-se agora outras questões: que materiais utilizar, com que ferramentas, onde encontrar sugestões de trabalho?
Portugal está de parabéns!
Além dos excelentes prémios já conquistados nas Olimpíadas de Maio e nas Olimpíadas Internacionais de Matemática deste ano, também nas Olimpíadas Ibero-Americanas de Física e de Matemática os alunos portugueses ficaram colocados nos melhores lugares.
A Assembleia da República e o Governo estão a promover desde o mês de Maio e até final de Novembro um Debate Nacional sobre Educação. Esta iniciativa ocorre por ocasião dos vinte anos da publicação da Lei de Bases do Sistema Educativo (1986-2006) e pretende acima de tudo encontrar respostas para a pergunta: Como vamos melhorar a Educação nos próximos anos?
Parabéns! A sua Escola/Biblioteca acabou de ser contemplada com financiamento para aquisição de software educativo. Mas agora… não sabe muito bem por onde começar, não é? Como descobrir qual o software que mais de adapta às suas necessidades, às dos seus alunos, à escola onde trabalha? Que tipos de programa utilizar? Onde comprar? Que software permitem os computadores da escola utilizar?
Apesar de ser ainda um sonho para muitas escolas e muitos professores, os quadros interactivos aos poucos começam a fazer parte da realidade de alguns estabelecimentos de ensino no nosso país.
O conceito de insucesso escolar é cada vez mais, hoje em dia, abordado e debatido, quer por parte das autoridades educativas competentes, quer por parte de outros agentes educativos, como pais e professores. Embora não exista uma definição clara e consensual de insucesso escolar, regra geral, diz-se que um aluno apresenta insucesso escolar quando não atingiu os níveis de proficiência desejados/estabelecidos para uma disciplina, comprometendo, muitas vezes a sua progressão escolar.