Falsas questões escondem prioridades ambientais

imagem em banda desenhada uma torneira a deitar água e uma mão a fechar a torneira Autor: José Gomes A Ecologia e as questões das estruturas ambientais na defesa da nossa terra, do nosso país, do nosso continente e do nosso planeta foram sempre muito discutidas mas muito pouco praticadas. Sabemos que qualquer alteração nos nossos hábitos leva sempre muito tempo comparando com a necessidade de mudança, a ser praticado. Se pensar que vou deixar de fumar vou andar mais uns meses a culpar-me por fumar e a procurar razões para o continuar a fazer, ainda que racionalmente me penalize, arrastando por mais algum tempo a decisão definitiva de deixar de poluir o meu organismo. As decisões nacionais e internacionais passam pelos mesmos dramas, a uma escala maior e mais complexa, claro! Se no caso do fumador é não querer reconhecer a dependência, argumentando com a falsa questão de acalmar o nervosismo, com os Estados e outros organismos mundiais a questão é de não se reconhecer o poder dos lobby’s económicos a atrasarem as decisões na defesa da Terra, com o falso argumento de se parar a fatia mais importante da indústria mundial e daí a necessidade de etapas com tempos mais alargados. E daí maiores crimes contra a Ecologia continuando um circulo vicioso (acrescento eu). Na verdade, os decisores internacionais discutem apenas as falsas questões como as multas aos países que produzem mais dióxido de carbono, por exemplo, enquanto vários estudos ambientais provam as consequências dramáticas e a interferências em áreas que não eram calculadas. imagem em banda desenhada do planeta terra cansado, com máscara de oxigénio na mão src=”http://bica.cnotinfor.pt/uploads/salvar_terra.jpg” class=alignright >A inter relação da Natureza está a provar cada vez mais a Terra como ser vivo mais do que uma nave com a forma de máquina inerte. Não se pode adiar a cura a um ser vivo doente. As medidas têm que ser firmes sem hesitações ou corremos o risco de aumentar a gravidade da doença ou colaborar na sua morte. A verdade é que assistimos aos anúncios de televisão sobre a separação do lixo doméstico mas quando colocamos os vidros nos “vidrões” estes estão cheios e a transbordar de maneira quase permanente. Quando procuramos um balde do lixo com separações estes são sempre muito mais caros do que o tradicional “tudo junto”. Se num momento de consciência cívica ambiental procuramos ir de transportes públicos eles falham e as greves e os horários de férias escolares fazem-nos desistir desta boa vontade. As consequências destes problemas são mais graves do que imaginamos, pois a Terra como ser vivo também se defende de ataques. Ora aparecem com a alteração biológica ora com desastres naturais. O momento é de decisão!




Colocado no dia: 4 Janeiro 2008 às 0:00

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Artigo escrito por: JoseGomes

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