Os investigadores do Kaleidoscope, ao examinar as novas tendências das tecnologias emergentes em museus, foram à procura de novas abordagens a implementar nesta área. “As TIC são por vezes criticadas por distraírem e distanciarem os visitantes” diz Palmyre Pierroux (InterMedia, Universidade de Oslo, Noruega), como membro do grupo de investigação do Kaleidoscope Museus e Aprendizagem Enriquecida pela Tecnologia (MUSTEL). No entanto, esta é uma visão apenas aparente. É necessário ir mais longe, aprofundar a investigação.
O MUSTEL está precisamente a investigar de que forma as novas tecnologias podem interligar os visitantes com artefactos dos museus de forma significativa e profunda. Uma das soluções avançadas é a concepção e utilização de tecnologias discretas, embutidas nos artefactos, que ajudem os visitantes a interagir e envolverem-se com os próprios objectos do museu. Outra alternativa em estudo é a criação de conteúdos e actividades para telemóveis, como apoio aos visitantes mas também como possibilidade de levar essas informações para fora do espaço do museu. Estas e outras questões estarão em análise em duas conferências do Kaleidoscope que vão ocorrer brevemente e das quais contamos dar conta muito em breve aqui na BICA.
Fonte: http://www.noe-kaleidoscope.org/pub/lastnews/default-0-read1719-display
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